As lâmpadas fluorescentes possuem quatro características básicas: Um tubo de vidro transparente, dois eletrodos (um em cada ponta), uma mistura de gases e um material que reveste internamente o tubo.

A lâmpada fluorescente é mais econômica que a incandescente, pois aquece menos e acaba perdendo menos energia em forma de calor. Porém, deve-se ficar atento a alguns cuidados relacionados a sua utilização.

Mercúrio
O mercúrio é um dos gases utilizados como vapor dentro da lâmpada e quando a lâmpada se quebra ele é liberado de forma imediata. Esse metal se inalado rapidamente pelos pulmões é distribuído pelo sistema sanguíneo e pode causar danos permanentes. O recomendando é que quando a lâmpada quebrar, tampe imediatamente a boca e o nariz, abra as janelas do ambiente para que o ar circule e depois faça a remoção do vidro no local.

Cacos de vidro
Se possuir algum tipo de mau funcionamento ou até mesmo quebrar, a lâmpada fluorescente libera o vapor de mercúrio. Nesse momento é importante manusear com cuidado os cacos, jamais varre-los! O ideal é juntar os pedaços manualmente com a ajuda de uma fita adesiva e depois colocá-los em um saco plástico.

Incêndio
As lâmpadas fluorescentes compactas, as menores com os tubos fluorescentes enrolados, são projetadas para funcionar com interruptores. Quando, em alguns casos, colocadas para funcionares com o uso de dimmer, podem apresentar problemas ou nem funcionar. Em casos assim, podem soltar fumaça, explodir e dar início a um incêndio. Antes de fazer uso dessas lâmpadas, é preciso verificar que o sistema elétrico do local seja compatível.

De fato, a lâmpada fluorescente possui um ótimo custo benefício quando comparada a lâmpada incandescente. Entretanto, vale ressaltar os cuidados com a sua utilização para que a sua saúde não seja colada em risco.