Destinar resíduos da maneira correta ainda é um desafio para a maioria das cidades em todo o País. Para tentar solucionar o problema, incluir a coleta seletiva nos planos de gestão de resíduos sólidos tornou-se uma obrigação para os órgãos públicos, porém todos somos responsáveis pelo lixo que geramos.

Mas, o que é a coleta seletiva?

É a coleta e recolhimento de resíduos, que foram previamente separados de acordo com seu tipo de material. Desta forma, é possível separar os resíduos recicláveis dos não recicláveis, para que a destinação seja feita de forma ambientalmente adequada.

Porque realizar a separação dos resíduos sólidos?

Quando vários tipos de resíduos são misturados, acaba dificultando ou até impossibilitando que sua reciclagem seja realizada, isso porque, cada tipo de resíduo tem o seu próprio processo de reciclagem.

Como implantar a coleta seletiva em casa?

O lixo está entre um dos principais vilões do meio ambiente, capaz de contaminar a água, solo e também o ar. Ao separar seu próprio lixo doméstico, você contribui para que ele receba uma destinação correta e tenha a chance de voltar ao processo produtivo através da reciclagem.

O lixo doméstico é, geralmente, composto por recicláveis secos, rejeitos e orgânicos. Quando existe coleta adequada, cada tipo de resíduo passa por um processo de triagem, onde é separado e destinado de acordo com a sua composição. Os recicláveis são tratados para que volte a se tornar matéria-prima, os resíduos orgânicos podem ser tornar adubo orgânico e os rejeitos vão para aterros sanitários.

O primeiro passo é verificar se na sua região já existe o serviço de coleta seletiva no seu bairro. Se sim, você precisa ficar atento aos dias do recolhimento na sua região.

O que pode ser reciclado

Coleta Seletiva: saiba porque e como implantar

Relatório elaborado pela Secretaria do Meio Ambiente e Governo do Estado de São Paulo

 

Vale lembrar que os resíduos precisam ser limpos antes de ensacados, para que não contaminem os demais, porém atente-se ao desperdício de água, um enxague ou passada de papel úmido pode resolver o problema.

Outro cuidado que você deve ter é quanto aos resíduos cortantes, devendo receber uma embalagem extra, de preferência de papel ou papelão, desta forma você evita acidentes.

Para saber sobre Coleta Seletiva, confira o relatório “Coleta Seletiva na escola, no condomínio, na empresa, na comunidade, do município”, elaborado pela Secretaria do Meio Ambiente e Governo do Estado de São Paulo.

Resíduos tóxicos

Descarte de pilhas e baterias

Resíduos domésticos que contenham em sua composição elementos tóxicos não podem ser misturados aos demais, como pilhas, baterias. Só no Brasil, são vendidos cerca de 400 milhões de baterias e mais de 1 bilhão de pilhas.

O problema é que elas possuem em seu interior, elementos químicos como mercúrio, cádmio, chumbo, zinco e manganês, considerados altamente nocivos à saúde e ao meio ambiente. Ao lançarmos esses resíduos no lixo comum, seu destino será, quase sempre, o lixão. Por não serem biodegradáveis – não se decompõe, a contaminação é certa.

Descarte de Lâmpadas fluorescentes

O mesmo cuidado com as lâmpadas fluorescentes é necessário, presentes na maioria das residências brasileiras, são uma ótima opção quanto à economia de energia elétrica e preço acessível. O problema aparece quando precisam ser substituídas. Em seu interior se encontra o mercúrio, substancia altamente tóxica, além de outros metais pesados.

Quando descartada no lixo comum, pode contaminar o solo e a água, além de oferecer riscos a saúde das pessoas.

Onde descartar

A verdade é que a maioria dos municípios e localidades brasileiras dispõe de uma oferta muito baixa de lugares para a realização do correto descarte de resíduos perigosos, fazendo com que, muitas vezes, as pessoas façam o descarte da maneira incorreta.

A Ecoassist possui parceria com empresas certificadas para realizar a coleta e destinação ecologicamente de lâmpadas, baterias e lâmpadas, dando o destino adequado, sem agredir o meio ambiente, e o melhor, você não precisa sair de casa. Clique aqui e saiba mais.