O que antes era um lixão, com acumulo de 16 toneladas de resíduos, hoje se tornou um parque ecológico.

 

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O projeto deu inicio em 2005, através da iniciativa do Cantor Mauro Quintanilha, vizinho do lixão, que há 25 anos ocupava a favela do Vidigal, zona sul do Rio de Janeiro. Quando o espaço já acumulava 16 toneladas de lixo doméstico, Mauro e Paulo César Almeida decidiram então limpar o local por conta própria, já que não tiveram auxílio das competências locais. Após 6 anos, já contando com a ajuda dos moradores da região, conseguiram retirar a maioria do lixo. Posteriormente, o parque foi batizado com o nome Sitiê, uma junção de Sítio com Tiê-Sangue, uma das aves mais espetaculares do mundo e símbolo na Mata Atlântica.

 

As ações intensificaram e hoje o projeto reúne reflorestamento, reciclagem e paisagismo. Pneus velhos serviram de muros e escadas, e diversos outros resíduos foram reaproveitados no local, tornando o parque ainda mais belo. O Sitiê oferece atividades de design, arte e educação ambiental, além da horta que fornece alimentos para a comunidade e também se tornou uma espaço para diálogos públicos sobre questões da comunidade.  Tanto trabalho não podia ficar em branco, o Sitiê até a ser reconhecido como a inovação mais importante da América Latina na transformação de áreas degradadas e/ou de risco em espaços públicos para sustentabilidade e cidadania em favelas.

 

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Fonte: Sitiê