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Após acréscimo na conta de luz, em média 23,4 em todo o país, o governo brasileiro lançou campanha publicitária para incentivar o uso consciente de energia elétrica. As peças da campanha trazem personagens fictícios da “Família Luz”.

Em suas histórias, a família fala sobre os cinco eletrodomésticos que mais consomem energia: chuveiro elétrico, ar-condicionado, geladeira, ferro elétrico e secador de cabelo e dá dicas de como economizar.

As peças serão veiculadas na televisão, rádio e na internet, com vídeos sobre o consumo de energia na casa e dicas de economia como, por exemplo, como evitar o uso de muitos aparelhos elétricos no horário de pico, de segunda a sexta-feira das 18h às 21h, e dar preferência a eletrodomésticos com o selo Procel, que garante a eficiência energética.

Com o tema Uso Consciente de Energia – Use o Bom Senso, a campanha será veiculada até o dia 31 deste mês e tem custo estimado em R$ 12 milhões.

 

Confira o primeiro episódio:

 

Agencia Brasil

 

Conta de luz mais cara

 

Aprovado pela Aneel (Agência Nacional de Energia elétrica), 58 distribuidoras de eletricidade do país tiveram alta. Em São Paulo, o aumento médio é de 31,9% e no Rio de Janeiro 22,5%.

Também passa valer um aumento na cobrança das bandeiras tarifárias. O custo adicional será de acordo com a necessidade do consumo de energia no mês. As bandeiras são divididas em três cores:

A verde indica que os custos para gerar energia foram baixos, sem a necessidade de cobrar taxa alguma.

A bandeira amarela é sinal de que os custos estão aumentando, e o acréscimo é de R$ 2,50 para cada 100 kWh.

Já a bandeira vermelha indica que houve maior acionamento de usinas termelétricas, o que aumenta o custo, gerando um acréscimo de R$ 5,50 para cada 100 kWh.

* Usinas termelétricas são acionadas quando há um aumento no consumo de energia e a energia que é gerada pelas usinas hidrelétricas, que é mais barata, não é suficiente para abastecer.

Contudo, o consumidor terá um aumento médio de 32%, que já começa a ser sentido na fatura do mês de Abril.

 

Uol Economia